Fonte: Pixabay

É possível comer um boi inteiro?

Talvez você diga que não, que não seja possível.
Pense bem! E se for em pedaços?! Uma parte de cada vez, cada uma no seu tempo. Mas não comece pelos chifres, heim!

É possível resolver este problema que você está vivendo?

Talvez você me diga que seu problema seja grande demais ou pareça muito difícil.
Mas que tal resolvê-lo em partes?! Uma parte de cada vez, cada uma no seu tempo. Mas recomendo que não comece pelos chifres…

Mas por onde começar?

Vou te contar a história da Júlia.

A Júlia teve uma infância bem difícil, ela não gostava nem de lembrar. Na adolescência se sentia menos que as outras jovens da sua idade. Ela sempre se sentia melancólica e não compreendia como as outras meninas conseguiam se soltar. Ela não conseguia sentir alegria e não se relacionava bem com as pessoas.

Apesar da insistência das amigas, se negava a beber nas festas. Ela se negava a ser como o pai, que bebia e por causa disto, fez da sua infância um inferno. Mas logo, foi fisgada pelo encantamento de um rapaz que deu a ela atenção, um pouco de atenção. Era tudo o que ela desejava. Não demorou muito tempo e ela engravidou. Foram morar juntos e logo tiveram mais 2 filhos.

Mas depois de 13 anos convivendo com um homem bêbado e violento, ela se percebeu acabada e depressiva. Procurou um posto de saúde e foi encaminhada a um psiquiatra.

Começou a tomar antidepressivos. Foram mais 10 anos de tratamento. Os medicamentos a ajudavam a tolerar a situação e auxiliar os filhos da maneira que podia. Os filhos cresceram e a incentivaram a deixar aquele homem que trouxera tanto sofrimento a todos.

Após a separação, ela não parecia mais feliz. Ela tinha perdido o gosto pela vida e já não se sentia mais tão útil para os filhos, que já estavam crescidos. Ela tentou, mas não conseguiu encontrar nenhum trabalho que trouxesse satisfação e boa renda. Nesta época, ela foi encaminhada para o psicólogo, e ela se sentiu um pouco melhor. Afinal, ela desabafava e organizava toda aquela história de um modo que pudesse fazer algum sentido.

Já havia se passado 5 anos de consultas semanais no psicólogo, e ela já conseguia entender muitas coisas sobre sua história, mas ainda não conseguia superar a velha melancolia. Ao longo do tempo, ela experimentou vários antidepressivos e ansiolíticos, e agora tomava apenas dois.

Então, sua amiga Ana, que também tinha uma história difícil, mas diferente daquela da Júlia, comentou sobre a sua experiência com a Constelação Familiar. Com a Constelação ela percebeu que muitos dos problemas que ela vivia, inclusive alguns problemas dos seus filhos, refletiam os problemas e conflitos do seu passado e de seus antepassados. Ela tinha ficado impressionada com a sensação de leveza que sentiu após a Constelação, parecia que ela tinha tirado um antigo e pesado fardo dos ombros. Não só ela percebeu a mudança, mas os filhos também comentaram que havia algo diferente nela. Apesar da Constelação não ter dado uma lista de argumentos ou explicações, ela percebeu que algo havia mudado no seu coração. Ela não entendia muito bem o porquê mudou, mas parecia que cada coisa tinha sido colocada em seu devido lugar. Com o passar do tempo, as mudanças no coração se refletiram na vida dela e até na dos seus filhos.

Júlia, ainda com medo e até desconfiada deste novo caminho, mas motivada pela depressão e ansiedade que não tinham fim, decidiu Constelar. Na Constelação ela se surpreendeu com o que emergiu: o amor pelo pai. Amor que estava oculto. A dor e o ressentimento pelo pai desde a infância a impediu de entrar em contato com este AMOR. Assim, ela se casou com um homem como o seu pai, mas nunca conseguira se sentir inteira. Mas quando ela honrou seu “pai” e a sua “mãe” na Constelação, ela honrou suas duas metades e finalmente uniu em si, o que faltava.

A partir daquele momento, Júlia inaugurou um novo movimento na sua vida. Um movimento onde podia fluir livremente o amor pelo pai e mãe, por ela mesma e pela vida.

QUANTO CUSTA…
passar uma vida inteira emaranhada
com problemas de relacionamento,
especialmente familiares,
sejam eles conscientes ou inconscientes?

“Se você continuar fazendo o que sempre fez,
continuará obtendo o que sempre obteve”

E por onde você irá começar a resolver o seu problema? .

Transforme nós em laços com a Constelação Familiar!

Continuamos no próximo post…

Comente o post, deixe sua opinião e suas dúvidas, será uma satisfação respondê-las.

Um carinhoso abraço

Lara Silva

 

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