Olá,
Chegue mais!

Essa coluna está nascendo e todos, conectados que somos, vamos trilhar juntos esse caminho. Um espaço para relaxar, olhar pra dentro, evoluir, transcender, refletir e principalmente, ser feliz. Esquecer um pouco dos problemas do mundo, e simplesmente estar aqui. Agora. Como já estamos.

Eu sempre fui um pouco inquieta e, uma vez, uma numeróloga me disse que tenho vários números 5 na minha vida. E 5 é o numero da mudança. De fato, isso é uma constante para mim. Às vezes por opção, às vezes por opção da vida.

Quando estava chegando aos meus 30 anos, eu ainda não sabia o que eu queria fazer da vida. Já tinha feito as mais diversas atividades a trabalho, morado fora, me formado… mas ainda assim estava longe de me sentir realizada.

Achava quase impossível encontrar um trabalho que eu tivesse paixão em exercer, sentia que não tinha nenhum talento especial, meu diploma tinha ido direto pra gaveta…
Tinha medo de ser uma daquelas pessoas que passam a vida pingando em experiências mas sempre meio perdidas.

Cheguei aos 30 e estava longe de cumprir as expectativas da nossa exigente sociedade. Amigos casando, tendo filhos, e eu nem perto disso.
Mas eu tinha zero vontade de ter aquele estilo de vida…
Vida de escritório? Jamais! Não era pra mim… Queria liberdade, ainda tinha o mundo pra conhecer. Quem viaja uma vez, nunca se dá por satisfeito… famoso travel bug*.

Dali então eu comecei um trabalho na área de Turismo e, que delícia pesquisar sobre lugares onde um dia espero estar, rapidamente cresci e me tornei líder de equipe, treinei e conheci pessoas e descobri que minha paixão era elas!
Era ajudá-las a crescer, reconhecer seus talentos, buscar constante desenvolvimento… E fazendo aquilo eu também crescia todos os dias.

Foi também, bem naquela época, que num dia triste fui pedalar com um amigo. E lá no parque paramos numa tenda onde fizemos uma aula aberta de meditação e respiração. Chorei! Vinha de dentro, sei lá… Pensei comigo: “Que coisa maluca! Porque estou assim depois dessa aula?”.
Fui atrás de saber mais.
Foi um caminho sem volta…
Adianto que dali pra frente muita coisa se conectou por aqui!
Steve Jobs disse em um discurso uma vez: “Você não conecta os pontos olhando pra frente, você só consegue conectá-los olhando para trás, então você tem que, de alguma forma, confiar que esses pontos vão de algum jeito se conectar no futuro. Porque acreditar que os pontos vão se ligar em algum momento, vai te dar confiança para seguir seu coração, mesmo que te leve para um caminho diferente do previsto, e isso fará toda a diferença”.

E como faz!
Hoje, posso dizer que muitos pingos caíram nos is, e a estrada está bem mais clara pra mim!

Quando recebi o e-mail do Rafael (Reihner), falando que o convite para a coluna estava de pé, meu coração ficou cheinho de alegria. Que oportunidade maravilhosa de falar sobre todas as coisas boas que estudei, aprendi e pratiquei ao longo dos últimos anos!

Meu propósito aqui é compartilhar, assim eu ajudo e sou ajudada, afinal de contas somos um!

Espero que gostem! Conectados seguimos.

Mariana Dantas, 34, coach de inquietos e sonhadores que querem deixar sua marca no mundo.

Free spirit.
Loving life.

* Travel = viagem, bug = inseto. Travel bug, portanto, é uma expressão em inglês usada pra dizer que uma pessoa foi “picada pelo bichinho da viagem”, que “está se coçando pra viajar”, ou qualquer coisa parecida.

Banner do site Reinehr.org